Bem legal tati, as interrogações são dúvidas suas?<br>Acho q posso ajudar com algumas... Por enquanto é nisso q eu posso ajudar<br>;)<br>
por (supuesto?) - Acho q nesse contexto seria algo como óbvias (por que por supuesto é mt usado como claro ou com certeza)<br>(aleja?) - afasta<br> (aunque este ya roto?) - mesmo que já esteja quebrado<br>(calcetín?) - meia ( pé)<br>
( coño?) - buceta ou algum outro nome que não seja vagina ;)<br>(dependiente baboso?) - dependiente é atendente , baboso já não sei.<br>(filo?) - tb não sei. <br>(folla? - transar, fuder<br>(reemplazar?) - mudar de lugar, trocar <br>
<br>Bj<br><br><br><div class="gmail_quote">2008/7/6 <<a href="mailto:tatiw@riseup.net">tatiw@riseup.net</a>>:<br><blockquote class="gmail_quote" style="border-left: 1px solid rgb(204, 204, 204); margin: 0pt 0pt 0pt 0.8ex; padding-left: 1ex;">
ei dorkiocas!<br>
<br>
queria compartilhar com vcs um projeto que estou escrevendo junto a duas<br>
meninas da espanha (bruno vianna conhece elas!). tem tudo a ver com o<br>
dorkbot mas infelizmente estamos ainda na fase de articular parcerias que<br>
viabilizariam a vinda de 2 minas ao brasil para dar essa oficna. na real a<br>
intenção deste email é pilhar vcs.. hehe.. pra ver se conseguimos algum<br>
tipo de apoio para a vinda delas.<br>
<br>
me digam o que acham e desculpe aí se for totalmente offtopic!<br>
<br>
Proposta de oficina das meninas do sitio Bricolage Sexual no Brasil<br>
<a href="http://www.bricolajesexual.net/" target="_blank">http://www.bricolajesexual.net/</a><br>
<br>
1. contexto bricolage - de onde vem, o que fazem , porque<br>
<br>
A partir de agora, mudou meu olhar, nos disse uma das participantes, o<br>
mundo me parece cheio de brinquedos em potencial! Este é o efeito<br>
Bricolaje, um olhar que contempla um mundo aberto, cheio de potencial<br>
(placentero?), de materiais para jogar, hackear e mudar de lugar, para<br>
desfrutar e aprender.<br>
<br>
Bricolaje Sexual é um projeto de autoconstrução de brinquedos sexuais,<br>
aonde se encontram novos (fazeres manuais/ manualidades?), o hackear as<br>
tecnolgias domésticas e a sexualidade. Estes três campos, que têm em comum<br>
sua natureza manual, inventiva, livre e imaginativa, têm sido vítimas do<br>
capitalismo e das forças agressivas do mercado.<br>
<br>
As manualidades, um saber tradicionalmente feminino, de código aberto, sem<br>
direitos de autora, têm sofrido múltiplos ataques do capitalismo, mas<br>
também dos movimentos feministas que o consideraram símbolo da mulher<br>
não-emancipada, de nossas avós, que trabalham sem reconhecimento e tomadas<br>
por (supuesto?). Da parte do mercado, a produção massiva e a exploração da<br>
mão-de-obra e de recursos naturais do planeta tem baixado o preço do<br>
produto final de uma maneira que converte o produto feito a mão em muito<br>
mais caro do que o mais-produzido. A publicidade agressiva a a cultura das<br>
marcas conduz as pessoas a preferir uma roupa de marca prestigiosa, com<br>
imagem elaborada para construir a sua identidade.<br>
<br>
A tecnologia doméstica se (aleja?) cada vez mais de suas usuárias. Não<br>
somente pelos grandes avanços tecnológicos, mas também, por um vontade<br>
explícita de fabricar objetos de usar e tirar, para seguir alimentando a<br>
máquina de sobre-produção (aqui também, explorando o planeta e pessoas).<br>
Se no passado fabricava-se objetos com garantia por todo a vida, agora se<br>
fabrica, expressamente, objetos que durem o tempo mínimo que satisfaça a<br>
consumidora. As usuárias, e sobretudo as mulheres, padecemos de<br>
tecnofobia, um medo de nossos aparatos, um temor de não fazê-lo bem e de<br>
quebrá-lo, (aunque este ya roto?). Neste sentido, a arte de reparar um<br>
eletrodoméstico está tão perdida quanto a arte de remendar um (calcetín?).<br>
<br>
O terceiro eixo (eje?) do projeto, é a sexualidade. Aqui também nos<br>
sentimos restringidas, preprogramadas, consumindo uam sexualidade padrão<br>
que vem definida pela s ind&#347;utrias da imagem, do pornô, da religião.<br>
O uso de objetos de prazer, antigo como o mesmo ( coño?) da mãe, tem sido<br>
ao largo da história reprimido por um machismo covarde, temeroso por seu<br>
lugar; tem sido medicalizado para curar padecimentos femininos como a<br>
histeria (transtorno do hístero, o útero) ou a ninfomania (furor uterino),<br>
tem sido ridicularizado como consolo de solteironas, tem sido escondido<br>
atrás da cortina da sexshop, vigiado por um (dependiente baboso?) em um<br>
ambiente sórdido. Com o avanço imparável do capitalismo, o mercado de<br>
brinquedos foi descoberto como um mercado ainda não saturadp, e em seus<br>
últimos anos tem crescido a variedade e se tem ampliado a imagem desses<br>
produtos para chegar a um público mais convencional. Com esse (filo?)<br>
duplo de legimitar e extender um pouco seu uso, os brinquedos também estão<br>
nas mãos das grandes multinacionais, e o que ganhamos em legitimidade,<br>
perdemos em consumismo.<br>
<br>
Como projeto, não advogamos nenhum tipo específico de sexualidade, não<br>
decidimos que se (folla?) melhor com os nossos brinquedos, não<br>
recomendamos (reemplazar?) suas amantes por pilhas recarregáveis, ou seus<br>
brinquedos favoritos por (verduras?). A única coisa que queremos é jogar,<br>
provar, inventar nossos p&#341;oprio prazer, entender um pouco melhor a<br>
tecnologia que nos rodeia e penetra, fazer uso de nossa imaginação e<br>
criatividade.<br>
Oferecemos oficinas de uma variedade de brinquedos: dildos, vibradores,<br>
bolas chinesas, mini vibradores, brinquedos anais, todos feitos de uma<br>
combinação de materiais reciclados, e materiais seguros e higiêncicos. As<br>
oficinas são divertidas e fáceis. Segundo o brinquedo e o tempo que se<br>
queira dedicar, pode-se fazer coisas mais ou menos elaboradas.<br>
<br>
2. intercambio com o brasil - como sugiu o convite, o panorama brasileiro,<br>
realidades locais, a itinerancia<br>
latex, a "árvore que chora"<br>
<br>
O convite surgiu através do contato entre dois coletivos de mulheres<br>
brasileiras e espanholas que trabalham a apropriação tecnológica feminina<br>
através de temas como a sexualidade, a reciclagem e o hackerismo de nossa<br>
sociedade tecno-autoritária. Bricolage e g2g organizaram e participaram<br>
localmente dos dois Carnavais Eclético Tech - oficinas tech, culinárias,<br>
imersões, que aconteceram no ano de 2007 respectivamente em Linz, Áustria<br>
e Salvador, Brasil.<br>
<br>
Assim como na Espanha, o Brasil também questiona o status quo, é campeão<br>
na coleta e reciclagem de alumínio, 80% de sua produção. 150 mil pessoas<br>
vivem exclusivamente da coleta de latinhas de refrigerante e cerveja no<br>
país. Tem também um movimento entitulado metareciclagem que trata entre<br>
outras questões sobre práticas tecnológicas periféricas, que se reutilizam<br>
do material eletro-eletrônico que a sociedade generaliza como descartável<br>
- lixo - para criar conscientização social e arte. Sendo o país do latex,<br>
fruto das seringueiras (Hevea brasiliensis), compulsoriamente catapultados<br>
à engrenagem do capitalismo internacional, no começo o principal<br>
fornecedor de uma matéria-prima indispensável na produção de milhares de<br>
produtos como calçados, tecidos emborrachados, apagadores de lápis, pneus,<br>
luvas etc, ajudando entre outras coisas a desenvolver a gigante indústria<br>
automobilística, quando então veio a biopirataria de Kew Gardens,<br>
Inglattera em 1876 com o roubo de 70 mil sementes de seringueira,<br>
originando a fabricação comercial do latéx sintético e migração<br>
corporativa do plantio comercial para a Ásia. Hoje, segundo a revista<br>
veja, estima-se aqui 45 milhões de pneus abandonados no meio ambiente.<br>
Reapropriarmo-nos de nossas matérias-primas naturais, criando novos usos<br>
para nossos brinquedos, nosso lixo, questionarmos a sociedade do roubo e<br>
do supérfluo. Mulheres da Via Campesina protestam contra a biopirataria,<br>
enquanto a pornografia livre é um tema que vem sendo muito discutido nas<br>
redes feministas e ativistas brasileiras, uma pornografia feita por<br>
mulheres, transgêneros, com uma sensibilidade múltipla e divertida,<br>
resgatando seus corpos e prazeres. A possibilidade de unir o tema<br>
sexualidade e reciclagem despertou no grupo brasileiro o desejo de<br>
conhecer mais a fundo o trabalho realizado na europa.<br>
<br>
3. cronograma - datas, numero de pessoas, necessidades para as oficinas<br>
<br>
17 de agosto<br>
<br>
chile - carla<br>
<br>
24 de agosto - 14 de sept<br>
<br>
campinas - lere, dolores<br>
salvador - tininha, tati, goa, tai<br>
<br>
necesidades:<br>
<br>
passagem e diárias para 2 mulheres Barcelona- Brasil<br>
<br>
barcelona - chile<br>
chile - brasil<br>
são paulo - campinas<br>
campinas - salvador<br>
salvador - barcelona<br>
<br>
materiais não recicláveis para as oficians: latex natural (LME) e motores<br>
velhos<br>
preformas?<br>
<br>
4. possiveis apoiadores<br>
<br>
consulado da espanha<br>
ministério da cultura<br>
itaú cultural / oi futuro<br>
empresa de latéx<br>
metareciclagem<br>
g2g<br>
coletivos feministas<br>
<br>
espanhol<br>
<br>
1. contexto bricolage - de onde vem, o que fazem , porque<br>
<br>
1. A partir de ahora, se me ha cambiado la mirada, nos dijo una<br>
participante, el mundo me parece lleno de juguetes potenciales! Este es el<br>
efecto bricolaje, una mirada que contempla un mundo abierto, lleno de<br>
potencial placentero, de materiales para jugar, hackear, cambiar del sitio<br>
para disfrutar y aprender.<br>
<br>
Bricolaje sexual es un proyecto de autoconstrucción de juguetes sexuales,<br>
donde se encuentran las manualidades, el hackeo de tecnología doméstica y<br>
la sexualidad. Estos tres campos, que tienen en común su naturaleza<br>
manual, inventiva, libre e imaginativa, han sido victimas del capitalismo<br>
y de las fuerzas agresivas de su mercado.<br>
<br>
Las manualidades, un saber tradicionalmente femenino, de código abierto,<br>
sin derechos de autora, ha sufrido múltiples ataques del capitalismo, pero<br>
también desde movimientos feministas que lo consideraron un símbolo de la<br>
mujer no emancipada, de nuestras abuelas, trabajando sin reconocimiento y<br>
tomadas por supuesto. Por parte del mercado, la producción masiva y<br>
explotación de mano de obra y de recursos naturales del planeta ha bajado<br>
el precio del producto final de una manera que convierte el producto hecho<br>
a mano en mucho más caro que el mas-producido. La publicidad agresiva y la<br>
cultura de marcas conduce a la gente a preferir ropa de una marca<br>
prestigiosa, con imagen elaborada para construir su identidad.<br>
<br>
La tecnología doméstica se aleja cada vez más de sus usuarias. No solo por<br>
los grandes avances tecnológicos, sino, también, por una voluntad<br>
explicita de fabricar objetos de usar y tirar, para seguir alimentando la<br>
maquina de sobre-producción (aquí también, explotando planeta y personas).<br>
Si en el pasado se fabricaba objetos con garantía de por vida, ahora se<br>
fabrica, expresamente, objetos que duren el tiempo mínimo que satisfaga la<br>
consumidora. Las usuarias, y sobre todo las mujeres, padecemos de<br>
tecnofóbia, un miedo a nuestros aparatos, un temor de no hacerlo bien y de<br>
romperlo, aunque este ya roto. en este sentido, el arte de reparar un<br>
electrodoméstico esta tan perdido como el de remendar un calcetín.<br>
<br>
El tercer eje del proyecto, es la sexualidad. Aquí también nos sentimos<br>
restringidas, preprogramadas, consumiendo una sexualidad estándar que<br>
viene definida por las industrias de la imagen, del porno, de la religión.<br>
El uso de objetos de placer, antiguo como el mismo coño de la madre, ha<br>
sido a lo largo de la historia reprimido por un machismo cobarde, temeroso<br>
por su lugar; ha sido medicalizado para curar padecimientos femeninos como<br>
la histeria (trastorno del histerus, el útero) o la nimfomanía, (furor<br>
úterino), ha sido ridiculizado como consuelo de solteronas, ha sido<br>
escondido detrás de la cortina del sexshop, vigilado por un dependiente<br>
baboso en un ambiente sórdido. Con el avance imparable del capitalismo, el<br>
mercado de los juguetes fue descubierto como un mercado aun no saturado, y<br>
en los últimos años ha crecido la variedad y se ha ampliado la imagen de<br>
estos productos para llegar a un público más convencional. Con el doble<br>
filo de legitimar y extender un poco su uso, los juguetes también están en<br>
mano de las grandes multinacionales, y lo que ganamos en legitimidad,<br>
perdimos en consumismo.<br>
<br>
Como proyecto, no abogamos ningún tipo especifico de sexualidad, no<br>
decimos que se folla mejor con nuestros juguetes, no recomendamos<br>
reemplazar tus amantes por pilas recargables, o tus juguetes favoritos por<br>
verduras. Lo único que queremos es jugar, probar, inventar nuestro propio<br>
placer, entender un poco mejor la tecnología que nos rodea y penetra,<br>
hacer uso de nuestra imaginación y creatividad.<br>
<br>
Ofrecemos talleres de una variedad de juguetes: dildos, vibradores, bolas<br>
chinas, mini vibradores, juguetes anales, todos hechos de una combinación<br>
de materiales reciclados, y materiales seguros e higiénicos. Los talleres<br>
son divertidos y fáciles. Según el juguete y el tiempo que se le quiera<br>
dedicar, se puede hacer cosas más o menos elaboradas.<br>
<br>
2. intercambio com o brasil - como sugiu o convite, o panorama brasileiro,<br>
realidades locais, a itinerancia<br>
<br>
2. en contexto brazil, sería interesante mencionar que el latex se produce<br>
en brazil...? nueva fabrica de preservativos del govierno brazilero?<br>
<br>
O contexto brasileiro que frutiuficou a ideia de metareciclagem como<br>
simbolica do processo de apropriacao tecnologica presente em muitos<br>
projetos e oficinas que fazemos ao redor do brasil, alem do movimento de<br>
*pornografia livre* que busca o lugar de protagonista da mulher em relaçao<br>
ao prazer e ao seu proprio corpo.<br>
<br>
3. cronograma - datas, numero de pessoas, necessidades para as oficinas<br>
<br>
3. tiempo: llegar 24 de agosto<br>
volver - 14 de sept.<br>
a donde iríamos y que talleres hariamos???<br>
Creemos que eso es mejor que lo sujieran uds. nosotras no conocemos el<br>
contexto. Queremos ir donde les parezca interesante.<br>
<br>
Lugares sugeridos:<br>
<br>
Campinas<br>
Salvador? algum lugar do nordeste.. inferlizmente nao estrei em pipa nesta<br>
data :(<br>
<br>
Datas:<br>
Outubro de 2008<br>
<br>
incluimos chile en la propuesta??<br>
<br>
Una de nosotras (Yo,Carla) es chilena, nos gustaría aprovechar la<br>
oportunidad para pasar por Chile y hacer un taller. Hemos pensado que lo<br>
mejor sería ir una semana antes.<br>
Hacer escala en la ciudad que lleguemos, una semana en Chile para llegar<br>
el domingo 24 a Brazil.<br>
<br>
Les parece bien que lo incluyamos en el proyecto?<br>
<br>
necesidades:<br>
Viajes y dietas para 2 mujeres de Barcelona a Brazil y dentro de brazil.<br>
...Materiales no reciclables para los talleres: latex natural<br>
[a ver si se puede conseguir directamente del productor, ya que el latex<br>
se produce en brazil - sabemos que se puede encontrar, el nombre técnico<br>
de este tipo de latex es LME], motores viejos. [a ver si se puede<br>
conseguir preformas ahí]<br>
<br>
........................................................................<br>
.........dorkbot: people doing strange things with electricity..........<br>
......................... <a href="http://dorkbot.org" target="_blank">http://dorkbot.org</a> ...........................<br>
........................................................................<br>
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